sexta-feira, 30 de novembro de 2012


O amor está no ar: bares para ir no primeiro encontro

Vinte endereços atraem casais em busca de clima intimista
0
9.nov.2012 | Atualizada em 14.nov.2012 por Redação VEJA SÃO PAULO
Anexo SB: o Boteco São Bento do Itaim transformou parte de seu salão neste bar, focado em coquetéis. O espaço, porém, está longe de ser um autêntico speakeasy (um bar escondido dentro de outro) — optou-se por deixar os ambientes integrados. Sua carta de drinques ganhou recentemente catorze novas sugestões, entre elas o refrescante corleone, mix de gim, casca de laranja e pepino.
Barbolla, no Morumbi: iluminação difusa e múltiplos ambientes
Barbolla, no Morumbi: iluminação difusa e múltiplos ambientes
 
(Foto: Divulgação)
Barbolla: de decoração praiana, seus recortados ambientes de iluminação difusa oferecem cantinhos especiais para os namoricos. Diariamente, músicos ao violão embalam a noite com MPB. A oferta de bebidas inclui quase setenta rótulos de vinho, entre eles o tinto australiano Moore’s Creek Shiraz 2009.Quem quiser levar a própria garrafa pagará taxa de rolha.
        Casa de Maria Madalena: cozinha de inspiração espanhola
Casa de Maria Madalena: cozinha de inspiração espanhola 
(Foto: 
Mario Rodrigues
 )
Casa de Maria Madalena: o bar investe na temática canina, presente em painéis expostos nas paredes. Uma área externa decorada com móveis de segunda mão atrai uma turma sem frescura, formada na maioria por jovens artistas e universitários na faixa dos 20 anos. No cardápio do chef Fábio Vieira se encontram tapas feitas com ingredientes brasileiros. O saboroso pincho de rúcula selvagem, shimeji e queijo manteiga vem envolto em massa de tapioca. É bom parceiro para as cervejas Original e Serramalte.
O simpático terraço do Ciao!: o ponto mais disputado do lugar
O simpático terraço do Ciao!: o ponto mais disputado do lugar
 
(Foto: Fernando Moraes)
Ciao! Vino & Birra: sua ambientação imita a de uma trattoria italiana,com garrafas penduradas no teto e lousas que informam as novidades do cardápio. Antes mais focada nos vinhos, a casa reforçou consideravelmente suas sugestões de cerveja. A oferta subiu para 86 rótulos, a exemplo da boa americana Samuel Adams Boston Lager. Aparecem na seleção etílica alguns rótulos artesanais difíceis de encontrar na cidade, como as saborosas cervejas da nanocervejaria paulistana Urbana, no bairro do Jabaquara, que faz a belgian strong ale Gordelícia.
O ambiente do piso superior, com o palquinho ao fundo: no D'Artur
O ambiente do piso superior, com o palquinho ao fundo: no D'Artur
 
(Foto: Fernando Moraes)
D'Artur: antes instalado na Rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, ressurgiu na Vila Madalena — maior, mais charmoso e bem localizado. Manteve-se a decoração com jeito de casa, com móveis e objetos antigos e, nas paredes, pôsteres de cinema e de peças de teatro. Às sextas e aos sábados, as atenções se voltam para o andar superior, onde músicos interpretam jazz, blues, bossa nova e MPB. Nesse piso, há ainda um delicioso terraço ao ar livre para dezoito pessoas.
Divine Wine Bar, nos Jardins: pé-direito de 5 metros
Divine Wine Bar, nos Jardins: pé-direito de 5 metros
(Foto: Cida Souza)
Divine Wine Bar: bicampeã da categoria para ir a dois no especial “Comer & Beber”, a casa oferece tudo o que os namorados procuram. Intimista, está instalada num imóvel subterrâneo. Também dispõe de pequenas mesas e confortáveis sofás, perfeitos para um bate-papo reservado. A 2 metros do piso, a bela adega para 400 garrafas guarda 160 rótulos. Em taça, são vinte sugestões, entre elas o sul africano Simonsig Pinotage 2007. Para acompanhar, peça a polentinha cremosa d’agneau, coberta por um rico ragu de cordeiro com toque de ameixa-preta e especiarias.
Dita Cabrita, na Pompeia: luminárias em estilo asiático
Dita Cabrita, na Pompeia: luminárias em estilo asiático
(Foto: Raul Zito)
Dita Cabrita: faz do ambiente aprazível seu chamariz. Quase todo ao ar livre, tem clima que lembra o espírito dos lugares de Paraty (RJ) e mesas sob jabuticabeiras e outras árvores frutíferas. Da cozinha, prove o tentador bolinho chamado dita cabrita, com massa de polenta e recheio de cabrito desfiado. Para bebericar, peça o bom chope catarinense Eisenbahn (claro e de trigo).
Clima espanhol: aos cuidados do chef Bruno Cabral
Clima espanhol: aos cuidados do chef Bruno Cabral
(Foto: Raul Zito)
Donostia: a casa se propõe uma autêntica taberna basca. Como manda a tradição neste tipo de lugar, os pinchos (tiragostos espetados no palito) ficam prontos sobre o balcão e levam a assinatura do chef Bruno Cabral. Entre as rotativas opções aparece o de polvo mais batata com páprica picante. Para bebericar, há boas cervejas da espanhola Estrella Damm, a exemplo da Weiss (de trigo) e da intensa Voll-Damm Doble Malta, esta com 7,2% de álcool.
Drosophyla: decoração kitsch-moderninha
Drosophyla: decoração kitsch-moderninha
 
(Foto: Fernando Moraes)
Drosophyla: moderninho, tem como principal chamariz a amalucada decoração, concebida pela proprietária mineira Lilian Varella. Com um pé no bizarro, mistura cabeças de bichos empalhadas e cachos de uva de plástico com luzinhas pisca-pisca dentro. Antes de atacar as cervejas (Heineken e Stella Artois), prove o penne oriental, com frango, gergelim, abobrinha, gengibre e shoyu.
O charmoso salão do Emiglia: ladrilho hidráulico e madeira nas paredes
O charmoso salão do Emiglia: ladrilho hidráulico e madeira nas paredes
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Emiglia: turmas e casais ocupam a varanda junto da calçada e o charmoso salão. Vinte pizzas de massa fina e crocante figuram no menu. A combinação de queijos mussarela e brie, geleia de pimenta e filetes de manga apresenta um interessante contraste de salgado, doce e picante. Na hora de beber, prefira partilhar uma garrafa de vinho. Uma das sugestões é o chileno Casas del Toqui Reserva Pinot Noir 2011.
Jardim escondido do La Madrileña: ambiente discreto
Jardim escondido do La Madrileña: ambiente discreto
(Foto: Fernando Moraes)
La Madrileña: tem fachada discreta, poucos lugares e os próprios donos como anfitriões. Nos fundos, a clientela se espalha por um agradável jardim com seis privilegiadas mesinhas redondas. Restrita a dezenove rótulos, a carta inclui o rosé Sangre de Toro 2011, da Catalunha. Entre as sugestões de tapas figura a tortilha de batata e cebola.
O salão do La Tapa!: objetos trazidos de Madri decoram o ambiente
O salão do La Tapa!: objetos trazidos de Madri decoram o ambiente
 
(Foto: Fernando Moraes)
La Tapa!: cantinho hispânico no Tatuapé, tem ambiente concebido na cor vermelha. Petiscos típicos figuram no cardápio, entre eles o pão com tomate e queijo manchego e tortilla de batata, ovo e cebola. Na seção de bebidas, destacam-se quatro tipos de sangria, uma delas feita com a aguardente Busca Vida.
A espaçosa varanda de esquina do La Petite: clima informal
A espaçosa varanda de esquina do La Petite: clima informal
 
(Foto: Mario Rodrigues)
La Petite - Mercearia do Francês: a filial de Perdizes do restaurante Mercearia do Francês transformou-se em fevereiro de 2012 neste bar, que dispõe de uma convidativa varandona de esquina. Com a mudança, chegaram outros petiscos e drinques ao cardápio. Na hora de beliscar, prove a verrine de polvo, servida num pote de vidro. Traz macios pedaços do molusco mergulhados num molho de tomate, ervas, vinho branco e alho. As sugestões para beber incluem chope e drinques, a exemplo da refrescante sangria de espumante rosé em taça.
Madeleine: espaço com 440 garrafas de vinho
Madeleine: espaço com 440 garrafas de vinho
 
(Foto: Fernando Moraes)
Madeleine: no ambiente de estilo rústico-chique, todo à meia-luz, apresentam-se competentes formações, como o trio Hammond Grooves (às quintas), do guitarrista Daniel Daibem; e o divertido quarteto GroofBoogaloo (às sextas). Reforçada, a carta de vinhos soma 101 rótulos, caso do espumante Madeleine Brut, elaborado com exclusividade para a casa pela gaúcha Pizzato. Alguns petiscos são preparados no forno a lenha, a exemplo dos pastelinhos— pastéis de massa de pizza que podem ganhar recheios como queijo meia cura, tomate e manjericão e carne temperada com especiarias.
        Um dos salões do Papillon de Nuit: luz baixa
Um dos salões do Papillon de Nuit: luz baixa 
(Foto: Mario Rodrigues)
Papillon de Nuit: a ambientação dos recortados espaços faz o estilo francês moderninho. Mais sossegada no começo da semana (legal para ir a dois, portanto), a casa costuma ficar agitada às sextas e aos sábados. O enxuto menu inclui as samosas — pasteizinhos assados de massa fina recheados de creme de batata temperado com curry e cardamomo. Se o propósito for jantar, aposte no filé de saint-peter com um toque de laranja acompanhado de arroz negro e saladinha. Tem disponível doze rótulos de vinho, entre eles o tinto italiano Villa Fabrizia Chianti 2007.
Bar Piratininga: indicado para casais
Bar Piratininga: indicado para casais
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Piratininga: compõem sua atmosfera romântica a iluminação difusa, a decoração que evoca uma São Paulo do passado e a música ao vivo (MPB, bossa nova e jazz). Na hora de beber, recorra às boas caipirinhas do barman Passarinho, entre elas a de tangerina com lima-da-pérsia. Da cozinha, prove as coxinhas de frango com um toque de catupiry.
Mesas de madeira rústica e luminárias feitas de garrafas: no Rubi Wine Bar
Mesas de madeira rústica e luminárias feitas de garrafas: no Rubi Wine Bar
 
(Foto: Fernando Moraes)
Rubi Wine Bar: tijolos aparentes, mesas de madeira de demolição, luminárias feitas de garrafas de vidro compõem a atmosfera informal da casa, gostosa para ir a dois. Entre os setenta rótulos figuram o argentino Família Gascón Malbec 2011 e o chileno Santa Rita Gran Hacienda Carménère 2011. Da cozinha, sobressaem o steak tartare com toque picante servido na colher e as bruschettas. Confira a combinação de salmão, cream cheese e dill.
O salão com mesas iluminadas por velas do Sacra Rolha: ambiente charmoso
O salão com mesas iluminadas por velas do Sacra Rolha: ambiente charmoso
 
(Foto: Mario Rodrigues)
Sacra Rolha: sua atmosfera contrasta com a dos agitados bares da vizinha Rua Joaquim Távora. Possui velas nas mesas e uma charmosa varanda na entrada, que caem bem para quem procura sossego para um bate-papo a dois. A carta de bebidas dá ênfase aos espumantes e aos vinhos. Entre borbulhas engarrafadas, figuram o nacional Casa Valduga Arte Brut, o cava Freixenet Cordón Negro e o Prosecco di Valdobbiadene Anella Andreani. Um tinto interessante do cardápio é o argentino Trapiche Broquel Pinot Noir 2010. Para acompanhar, escolha a fondue de queijo.
Vieiras do Torero Valese: receita do chef Juliano Valese
Vieiras do Torero Valese: receita do chef Juliano Valese
 
(Foto: Divulgação)
Torero Valese: comandado pelo chef Juliano Valese, o bar-restaurante serve receitas espanholas, como a paella de frutos do mar. Outra boa pedida é o tenro polvo à galega, temperado com páprica. Assinada por Helena Mattar, sommelière do restaurante Vito, a nova carta de vinhos da casa reúne 57 rótulos, 33 deles espanhóis. Um exemplo: o tempranillo Disco 2009, da Bodegas Neo.
        Tutto Italiano: à meia-luz
Tutto Italiano: à meia-luz 
(Foto: 
Mario Rodrigues
 )
Tutto Italiano Bar & Cucina: possui uma divisão clara de ambientes. Logo na entrada fica o bar, com visual e trilha sonora transados e cardápio independente, focado em coquetelaria. Num outro salão, funciona o restaurante. Do balcão saem drinques de origem italiana: a versão do milanês negroni sbagliato, por exemplo, leva um mix dos aperitivos Campari e Aperol, vermute tinto e prosecco.
fonte:veja sao paulo

Restaurantes bons e baratos: italianos

Brasiliani, Cantina do Magrão e outras opções
0
23.nov.2012 | Atualizada em 26.nov.2012 por Arnaldo Lorençato
RECEITAS DE FAMÍLIA
      Garganelli costiera, do Brasiliani: ao molho de tomates-cereja secos, abobrinha, azeitona e rúcula por R$ 41,90
Garganelli costiera, do Brasiliani: ao molho de tomates-cereja secos, abobrinha, azeitona e rúcula por R$ 41,90 
(Foto: 
Fernando Moraes
 )
O italiano Giancarlo Cassone montou um cardápio com pratos que aprendeu com a mãe, dona Elvira. Entre as massas frescas de produção própria, destaca-se o garganelli costiera (ao molho de tomates-cereja e secos, abobrinha, azeitona e rúcula; R$ 41,90).
MASSA COM CERVEJA
Colada ao Bar do Magrão, a cantina temboas massas frescas,caso do ravióli verderecheado de vitela ao sugo (53,00, para dois).Para acompanhar,desfrute a ótima carta de cervejas do boteco vizinho.
CINCO DÉCADAS DE TRADIÇÃO
Fundadora da cantina, a italiana Assunta Mazza D’Angelo, de 85 anos, é até hoje a responsável pelas receitas que compõem o cardápio. Elas variam da escarola recheada de farofa (R$ 24,00), sugerida de entrada, a massas frescas, comoo tradicional fusilli ao sugo com braciola (R$ 59,00). Porções para dois.
EMPÓRIO E TRATTORIA
Instalado em um galpão, é um misto de empório, quitanda, padaria, loja de vinhos e restaurante. Dedica-se a refeições expressas. Acompanhados de pão, salada e água, chegam à mesa pratos comoo risoto de cogumelo (R$ 34,00).
REFEIÇÕES NO JARDIM
Os melhores lugares ficam onde antes era um antigo jardimdesse imóvel de esquina, com uma árvore frondosa ao centro. Vale aproveitar a atmosfera agradável e percorrer o cardápio, que tem uma inspirada seção de massas frescas,em especial o crespele alla fiorentina (R$ 36,80), uma panqueca recheada de ricota e espinafre gratinada nos molhosbranco e de tomate enriquecido por cogumelo-de-paris.
À MODA ROMANA
O casal de proprietários Rina e Nello De Rossi, naturais de Roma, toca a dupla de cantinas com a ajuda dos filhos e de um genro. Nas duas unidades, as receitas são da matriarca,entre elas um memorável nhoque com seu nome. Nessa massa, nada de batata. É feita de uma mistura de ricota e espinafre nos molhos branco e de tomate (R$ 28,00).
NÚMERO 1 DO TATUAPÉ
La Pergoletta: ravióli a R$ 69,00 para dois
La Pergoletta: ravióli a R$ 69,00 para dois
 
(Foto: Divulgação)
O melhor restaurante italiano do Tatuapé está sempre cheio e, nos fins de semana no almoço, costuma ter filas na porta. Moradores do bairro e de outras regiões da cidade aparecem para experimentar massas espetaculares. Uma das opções frescas de maior saída é o ravióli verde de mussarela de búfala ao molho de tomate e manjericão. Custa R$ 69,00 para dois.
DO ANTEPASTO AO CAFEZINHO
      Taormina: ninguém sai com fome
Taormina: ninguém sai com fome 
(Foto: 
Daniela Toviansky
 )
Não há como sair com fome das casas de Helena Zamperetti Morici. Tanto na matriz, em Cerqueira César, quanto na filial, em Moema, o cardápio fixo é composto de antepasto, fruta de sobremesa e cannoli com café. Os pratos principais são renovados diariamente, entre eles o ravióli de carne ao sugo. De segunda a quinta, sai a R$ 38,00;sexta, R$ 38,00 ou R$ 45,00 (com frutos do mar); sábado, domingo e feriados, sobe para R$ 58,00
fonte :veja são paulo

Oito endereços para saborear nhoque

De cantinas a franceses, estabelecimentos oferecem boas opções da massa
0
23.jun.2011 | Atualizada em 29.nov.2012 por Arnaldo Lorençato
- De espinafre, ao creme de parmesão gratinado e salpicado de nozes, a opção do variado Charlô Jockey Club sai por R$ 32,00.
- O italiano Compagnia Marinara valoriza a massa com molho de tomate e camarão. Cobra R$ 59,00 pelo prato.
- Feita de mandioquinha, a versão do La Penisola vem coberta por molho de tomate e queijos gratinados. R$ 60,00, para dois.
- Por R$ 43,00, a cantina Osteria del Pettirosso prepara a receita ao molho de tomate, manjericão, queijo pecorino e mussarela de búfala.
- Gratinada e ao molho à bolonhesa, a massa italiana surge entre as receitas francesas do Philippe. R$ 35,00.
- Na Pizzaria Famiglia Mancini, a sugestão chega com braciola ou regada a molho quatro queijos. Custa R$ 74,00 e R$ 82,00, respectivamente.
- No variado Skye, o nhoque sai por R$ 68,00 e aparece finalizado por milho, tomate, favas e nozes pecan na manteiga e sálvia.
- Focado em receitas expressas, o Spazio Gastronomico recheia de mussarela a massa de batata. R$ 35,80.
fonte:veja são paulo


Chefs preparam comida de rua na 8ª edição da feira “O Mercado”

Redação em 30/11/12
Mais de 25 profissionais da cozinha se reúnem no Mercado Municipal de Pinheiros
Marcelo Katsuki Marcelo Katsuki
Aacarajé de Dona Carmen Virgínia na última edição da feira gastronômica
A feira gastronômica “O Mercado” já tem data marcada para a sua 8ª edição. Será no dia 9 de dezembro, das 12h às 20h, no Mercado Municipal de Pinheiros, na zona oeste.
Idealizado pelo chef boliviano Checho Gonzáles, entusiasta das comidas de rua, o evento oferece pratos e lanches gourmet a preços acessíveis de chefs consagrados e profissionais iniciantes.
Os comes e bebes têm preços entre R$ 5 e R$ 20 reais. Uma boa oportunidade para o público experimentar opções de grandes casas paulistanas, sem esvaziar o bolso. O restaurante D.O.M, por exemplo, do chef Alex Atala, participa do evento vendendo “Porco na lata com purê de pequi e molho provençal” a  R$15,00. No restaurante, custa entre R$ 50 e R$ 60 reais.
Com público em torno de 7 mil pessoas, a última edição de “O Mercado” contou com 33 chefs, cozinheiros, confeiteiros, padeiros, sorveteiro, entre aoutros mestres da cozinha.
fonte:catraca-livr

Onde provar caipirinha com picolé

Refresque-se com a versão do popular drinque brasileiro em que um sorvete chega mergulhado na bebida
0
13.mar.2012 | Atualizada em 29.nov.2012 por Redação VEJA SÃO PAULO
Em meio à ebulição da coquetelaria moderna e sofisticada, com direito a mimos como gelo em formato de esfera e drinques moleculares, eis que surge uma releitura da despretensiosa caipirinha. Sem perder a simplicidade que lhe dá fama, mas de forma deliciosamente criativa, a bebida nacional passou a dividir o copo com umpicolé. Seja à base de cachaça, vodca ou saquê, ela pode ser arrematada por sorvete de maracujá, tangerina e groselha, entre outros sabores tropicais.
A ideia não poderia ter surgido de forma mais inusitada. Reza a lenda que alguns amigos estavam em Camburi, praia no Litoral Norte de São Paulo, quando se deram conta de que as frutas para a caipirinha haviam acabado. Aproveitando que um vendedor ambulante passava por ali, compraram um sorvete de maracujá para fazer as vezes do ingrediente. Nasceu assim o que se chamou de “picolé embriagado” e, mais tarde, ganhou popularidade sob o apelido de “caipilé”.
Conheça abaixo seis endereços paulistanos que elaboram o drinque:
■ Boteco do Valdir: ideal para quem quer beber uma cervejinha despretensiosamente, a casa de esquina divide-se em um salão ao estilo dos botecos chiques e uma varanda junto à calçada. Reforçaram as opções etílicas doze sugestões de caipilé, caipirinhas com um picolé dentro. Prove a de tangerina, pimenta dedo-de-moça e picolé de maracujá Rochinha.
■ Boteco São Bento: o cardápio destaca seis receitas de caipirinha com sorvete. A mango quente leva manga, lima-da-pérsia e pimenta dedo-de-moça. Um picolé de manga chega mergulhado na mistura. Outra sugestão é preparada com jabuticaba e folhas de manjericão mais sorvete da mesma fruta. Para a base etílica, é possível optar entre cachaça, saquê e vodca.
■ Devassa: as caipilés integram o novo cardápio de drinques da cervejaria, e surgem em três sabores. A de uva mistura manga, kiwi, alecrim mais um picolé de uva. Elas podem ser preparadas com cachaça, vodca e saquê.
■ Gràcia: apesar da temática espanhola que caracteriza o cardápio e o ambiente, oito sugestões de caipilé dividem a preferência dos frequentadores com as típicas sangrias. Nomeadas segundo praias do litoral paulista, a itamambuca leva morango, limão-siciliano e picolé de tangerina. Outra opção, a riviera combina abacaxi e sorvete de coco.
■ Jordão: a caipilé, aqui, aparece desmontada. Cabe ao cliente escolher a fruta, a base etílica e o sabor do sorvete que vai arrematar o drinque. Entre as opções aparecem tangerina, groselha, limão, abacaxi e maracujá.
■ The Garden: suas mesinhas espalham-se por um grande deque de madeira, iluminado por velas e com paisagismo de palmeiras e bambu-mossô. Cenário ideal para curtir drinques bem gelados. O ice tangerina, por exemplo, chega à mesa com saquê, suco de limão, hortelã e picolé de tangerina
fonte;veja são paulo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012


Parque do Ibirapuera recebe um milhão de lâmpadas no “Natal Iluminado 2012″

Redação em 28/11/12

Show diário no parque combina luzes coloridas, projeções no lago e música
reproduçãoreprodução
“Natal Iluminado 2012″ conta com 200 árvores decoradas
Começa neste sábado, 1º de dezembro, o“Natal Iluminado 2012”, no Parque do Ibirapuera. Formada por cerca de 200 árvores decoradas com mais de um milhão de lâmpadas, a decoração-show combina luzes coloridas, projeções e música.
No lago do parque, o público poderá conferir o espetáculo da dança das águas, acompanhado por trilha sonora de clássicos do Natal – interpretados por Andrea Bocelli, John Lennon, entre outros.
A instalação da fonte multimídia é composta por 24 jatos que alcançam até 15 metros de altura.
As apresentações vão acontecer diariamente até o dia 6 de janeiro de 2013, em duas sessões, às 20h30 e às 21h. A entrada é Catraca Livre.
fonte:Catraca Livre