quarta-feira, 31 de outubro de 2012


ESPECIAL

Endereços mal-assombrados em São Paulo

Conheça a história oculta de alguns prédios, cemitérios e outras construções da cidade

12.jan.2012 | Atualizada em 30.out.2012 por Anna Carolina Oliveira
Por trás de alguns edifícios, parques, igrejas e outros lugares turísticos de São Paulo, existem contos de dar calafrios. Alguns dizem que são apenas lendas urbanas, outros acreditam que espíritos realmente vagam por alguns endereços na madrugada paulistana.
Mito ou verdade, a questão é que muitos pontos da cidade guardam histórias, no mínimo, curiosas.
Casa da Dona Yayá: onde Sebastiana de Mello Freire ficou trancafiada até a morte
Casa da Dona Yayá: onde Sebastiana de Mello Freire ficou trancafiada até a morte
 
(Foto: Alexandre Schneider)
Em 1920, Sebastiana de Mello Freire foi diagnosticada com sérios problemas mentais. O conselho do médico foi que toda a família se mudasse para um bairro mais tranquilo, onde a moça pudesse ficar afastada da agitação da cidade. No novo endereço do Bixiga, Sebastiana perdeu primeiro suas irmãs e, depois, seus pais. Sem família, a mulher permaneceu na casa apenas com uma empregada que se encarregava dos cuidados da enferma. Dizem que ela ficou trancafiada na própria casa por 40 anos, morreu louca e seu espírito nunca deixou aquele endereço.
(Foto: Mario Rodrigues)
A capela tem esse nome em homenagem à Nossa Senhora dos Aflitos, mas o que nem todos sabem é que a construção foi palco de uma história tenebrosa. Onde hoje são realizados cultos, um soldado chamado Francisco José das Chagas está enterrado. Chaguinha, como era conhecido, foi condenado ao enforcamento, porém, na hora da execução, a corda se rompeu. E não foi apenas uma, mas duas vezes. O público considerou o episódio um milagre e pediu a liberdade do soldado, que foi finalmente enforcado na terceira tentativa. Enterrado onde atualmente está a Capela, algumas pessoas visitam o lugar até hoje para fazer pedidos a ele e pagar promessas.
Castelinho da Rua Apa é rodeado por histórias de assombrações
Castelinho da Rua Apa é rodeado por histórias de assombrações
 
(Foto: Mario Rodrigues)
A construção em condições precárias já foi a residência de uma família da aristocracia paulistana. Também foi o local de um crime nunca solucionado pela polícia. No dia 12 de maio de 1937, Álvaro Reis matou seu irmão e sua mãe, tirando a própria vida em seguida. O fato misterioso é que este rapaz teria sido encontrado com duas balas na cabeça, fato pouco comum em casos de suicídio. A polícia acredita que existiria uma quarta pessoa envolvida no crime, mas nada foi comprovado. Alguns dizem que é melhor tomar cuidado ao passear pelo endereço de noite, já que a alma penada de Reis perturba aqueles que colocam os pés no que um dia foi a sua casa.
Edifício Joelma
Edifício Joelma guarda uma das histórias mais macabras da capital
Edifício Joelma guarda uma das histórias mais macabras da capital
 
(Foto: Agência Estado)
O prédio da Avenida Nove de Julho já mudou de nome e de cor, mas não tem reforma que faça os paulistanos se esquecerem do incêndio do dia 1º de fevereiro de 1974. Na manhã daquela sexta-feira, o edifício começou a arder em chamas. Muitos morreram asfixiados, outros, desesperados, jogaram-se das janelas. Porém, o caso mais sinistro foi o das 13 vítimas presas no elevador. Não identificadas, elas foram enterradas na Vila Alpina e há quem diga que, de suas sepulturas, brota água. Os que trabalham no prédio afirmam que, de noite, os espíritos vagam pelos 25 andares da construção.
(Foto: Divulgação)
A Faculdade de Direito tem uma construção histórica, um nome prestigiado e um subsolo de dar medo. O prédio instalado no Largo São Francisco já foi um mosteiro e acredita-se que até hoje existam restos mortais de freis enterrados em épocas passadas. Outra história curiosa é a do professor Júlio Frank. Muito querido pelos estudantes, ele teria sido enterrado onde hoje os alunos de Direito da USP realizam alguns saraus. Frank era protestante e, por isso, não pôde ser sepultado no cemitério, onde, na época, somente católicos eram enterrados.
(Foto: Alexandre Battibugli)
Como todo teatro antigo, este também parece ter algo de mal-assombrado. Segundo a lenda, os espíritos dos artistas que se apresentaram nos palcos do Municipal perambulam pelas dependências do local. Vigias e funcionários que trabalham no turno da noite garantem já terem visto luzes acenderem, escutado o dedilhar no piano e percebido movimento nos camarins e no palco.
Fontes: Carlos Silvério, diretor da Graffit Viagens & Turismo, e Rogério Cantoni, criador do Haunted Bus
fonte;veja são paulo

Benjamin Abrahão — Mundo dos Pães lança novas sobremesas

Disponíveis apenas na unidade de Higienópolis, as tortinhas de limão, pera, maçã e morango são uma delícia

25.out.2012 | Atualizada em 26.out.2012 por Helena Galante
No último domingo, dia 21, fui à padaria Benjamin Abrahão — Mundo dos Pãesprovar as novas sobremesas do chef-padeiro Felipe Abrahão, disponíveis apenas na unidade de Higienópolis.
São quatro tortinhas. Adorei a que leva recheio de limão, uma mistura chocolate branco e creme da própria fruta. As versões de pera e maçã revelam-se um pouco mais firmes sobre uma massa amanteigada de amêndoa. Para fechar, experimentei a de chocolate peruano. Apesar de a matéria-prima conter cacau 64%, o sabor é bem adocicado. No tamanho pequeno, cada uma delas custa R$ 9,00, e no grande, R$ 30,00.
Elas saem na fornada da tarde e costumam acabar rapidamente. Uma dica: ligue antes da visita e confira se ainda estão na vitrine. E se tiverem terminado? Vale apostar na torta de morango (R$ 5,80 a individual). Não há como errar.
fonte:veja são paulo

Conheça o acervo do Memorial da América Latina

Prédio projetado por Oscar Niemeyer possui um conjunto de 4.000 obras de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai
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30.out.2012 por Redação VEJINHA.COM
Localizado no bairro da Barra Funda, ao lado do terminal de ônibus, o Memorial da América Latina surgiu em 1989 com a missão de estreitar as relações culturais, políticas, econômicas e sociais do Brasil com os demais países da América Latina.
A pedido do antropólogo Darcy Ribeiro, o acervo do Memorial da América Latinafoi selecionado pelo casal de fotógrafos e especialistas em arte popular Antônio Marcos Silva Jacques e Maureen Bisilliat e pelo arquiteto Antônio Marcos Silva, em 1988.
Este acervo conta com 4.000 peças de arte popular do Brasil, México, Peru, Equador, Guatemala, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai.
São trajes típicos, máscaras, estandartes, instrumentos musicais, objetos de adorno e de uso cotidiano, entre outros. O arquiteto Oscar Niemeyer, que projetou o conjunto arquitetônico de 84 mil metros quadrados, indicou em quais locais os trabalhos deles deveriam ficar expostos.
A visita é válida em qualquer época do ano, mas há períodos em que o espaço recebe shows, mostras especiais e até peças de teatro. Vale ficar de olho na programação.
Confira quatro obras em destaque no acervo do Memorial da América Latina:
Mão, de Oscar Niemeyer
Mão, de Oscar Niemeyer
 
(Foto: Divulgação)
Mão
A escultura de Oscar Niemeyer tornou-se o símbolo do Memorial. Localizada na Praça Cívica, foi erguida em concreto aparente de 7 metros de altura. Na sua palma, há o mapa do subcontinente americano em baixo-relevo, pintado em esmalte sintético vermelho, lembrando sangue a escorrer.
Grande Flor Tropical, de Franz Weissmann
Grande Flor Tropical, de Franz Weissmann
 
(Foto: Divulgação)
Grande Flor Tropical
A escultura em metal de Franz Weissmann está também na Praça Cívica, ao lado da Galeria Marta Traba. A obra é composta de cinco elementos soldados entre si. Cada um é constituído de uma chapa de aço. Ela mede 7metros de altura por 6,5 metros nas extensões laterais.
Torso Negro, de Vera Torre
Torso Negro, de Vera Torre
 
(Foto: Divulgação)
Torso Negro
Escultura em bronze da artista carioca Vera Torres, nascida em 1962. Com 3 metros de altura, a obra está localizado na praça entre os prédios da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência,Auditório Simón Bolívar e Pavilhão da Criatividade. Suas formas voluptuosas remetem ao imaginário popular.
Painel Tiradentes, de Candido Portinari
Painel Tiradentes, de Candido Portinari
 
(Foto: Divulgação)
Painel Tiradentes
Uma das mais importantes pinturas de Candido Portinari é composta por três telas justapostas. Ela foi concluída pelo artista em 1949 e está exposta permanentemente no Salão de Atos Tiradentes. Ela foi comprada pelo Governo do Estado em 1975 e permaneceu no Salão Nobre do Palácio dos Bandeirantes até 1989, quando foi transferida para o Memorial, em sua inauguração.
fonte;veja são paulo

Comida árabe gostosa e baratinha: kebab + esfiha = R$ 10

Esfiha de massa fininha e assada na hora é uma raridade em São Paulo. Na maior parte das vezes, o quitute repousa durante hoooras em uma estufa ao lado de coxinha, pão de queijo, folhado disso ou daquilo. E a graça de comer uma especialidade árabe vai embora junto com o frescor do salgado…
Por isso é uma delícia encontrar lugares como o Habib Ali, na Santa Efigênia, que prepara ótimas receitas típicas como manda a tradição. Para continuar falando de esfihas, as servidas ali foram uma surpresa (muito) feliz.
Esfihas fechadas assadas na hora: R$ 3,00 cada uma (Foto: Sophia Braun)
Elas são assadas no saj, espécie de chapa redonda e convexa. Eu que geralmente prefiro as abertas, me encantei com versão fechada, especialmente delicada. O preço? Apenas R$ 3,00 cada uma, seja com recheio de carne, queijo ou escarola.
As abertas são um pouco mais caras, custam R$ 7,00, mas a porção é generosa. Como a massa é bem fina e crocante, chega a lembrar uma minipizza. Dá uma olhada na foto da opção de zátar, tomate e cebola crua para ter uma ideia do tamanho!
Esfiha aberta com zátar, tomate e cebola: R$ 7,00 (Foto: Sophia Braun)
O responsável pelas receitas é o libanês Ahmad Merhi. Há seis anos no Brasil e há quatro no comando da lanchonete, ele se encarrega de temperar os pratos, elaborar as pastas e preparar os kebabs (ou shawarma), aqueles sanduíches enrolados no pão folha. Vale a pena pedir um misto de carne bovina e de frango com pasta de alho, salsinha, cebola, tomate e molho tahine. Cada um custa R$ 7,00.
Kebab misto de frango e carne bovina: R$ 7,00 (Foto: Sophia Braun)
Enquanto Ahmad cuida da cozinha, sua mulher, Aliaah, desdobra-se entre o caixa e o modesto salão. Deixei para falar do ambiente por último de propósito. A julgar pela aparência, o lugar não empolga. Está em plena Avenida Rio Branco e é muito simples — mesmo.
Mas espere para julgar o Habib Ali apenas quando estiver de saída. Caso contrário, você poderá deixar de conhecer ótimos quitutes árabes vendidos a preços beeeem justos.
S.B.
fonte:veja são paulo

Mirabolâncias do nosso réveillon

Um dos bangalôs do Nannai Beach Resort, em Porto de Galinhas: pacotes a mais de 40 000 reais
Por mais que eu ame me vestir de branco, participar da contagem regressiva e pular sete ondinhas, ainda não consegui decifrar o fenômeno sobrenatural que toma conta do Brasil no fim do ano, quando os hotéis surtam multiplicando suas diárias por dezenas – e os hóspedes idem, uma vez que topam pagar o absurdo que é cobrado. Tudo bem que o fenômeno alta temporada existe no mundo inteiro, mas as discrepâncias por aqui beiram a bizarrice. Ou você acha normal desembolsar o preço de um bom carro por uma mera semaninha à beira-mar, sem a parte aérea incluída? Pois é. Não se trata de um exagero, é fato. Aqui vão cinco exemplos extravagantes do que anda rolando de norte a sul:
A suíte master da Estrela D'Água: fila de espera no fim do ano

Instalada em uma casa de praia pé na areia que já pertenceu à cantora Gal Costa, a pousada já está praticamente lotada no final do ano, a despeito dos preços astronômicos e da exigência mínima de dez dias. Os quartos mais simples custam 30 420 reais para casal; a suíte master sai por 55 269 reais; e a suíte master duplex (sem nem fila de espera) tem um preço módico de 60 237 reais. Detalhe: o pacote inclui apenas o café da manhã e a festa de réveillon. 
Um dos cantinhos da villa de 200 metros quadrados
O resort é de uma elegância ímpar. Reinam as linhas retas, a decoração clean e o mix de elemetos rústicos, obras de arte e as melhores amenities. Debruçado sobre uma praia praticamente particular, tem acomodações com piscinas privadas, ofurôs e vistas espetaculares. Que a experiência é incrível não restam dúvidas. Mas será que é o caso de pagar exatos 66 736,80 reais por sete noites na villa de 200 metros quadrados? Os mais econômicos podem cacifar o quarto básico, onde o período custa 24 311 reais. Além do café da manhã, estão incluídos a ceia de réveillon com queima de fogos e um brunch no dia 1 de janeiro.
Um dos quartos do hotel: campo vip, bem longe do mar
Sai de cena a areia e o mar, tão queridos dos brasileiros nas festas de fim de ano, entram as colinas verdinhas, os cavalos e o doce ritmo da vida no campo. Mas nem por isso caem os preços. Sete dias (estadia mínima exigida pelo hotel) no quarto mais simples custam 18 375 reais; na maior suíte para casal, o valor praticamente dobra: 33 075 reais. E o que está incluído? “Café da manhã e internet, senhora. Ah, e uma garrafa de champanhe!” Então tá… ; )
Clima de mil e uma noites na suíte
O décor tem toques orientais, as amenities são hi-tech e o clima é de baladinha à beira-mar na Praia do Curral. Deliciosas espreguiçadeiras com estampa de zebra ficam espalhadas na areia e a um DJ costuma embalar as tardes de verão. O preço, no entanto, não condiz com o clima jovem que impera por ali: os pacotes de sete noites custam, no mínimo, 8 490 reais, e, no máximo, 24 900 reais. Incluem café a festa de ano novo.
A nossa caríssima Polinésia vista de dentro de um dos bangalôs com vista do mar
O clima de Polinésia impera nos bangalôs erguidos sobre palafitas em espelhos d’água (que fazem as vezes de piscinas particulares). Mas provavelmente uma viagem à Polinésia original não sai tão caro quanto os pacotes de réveillon por aqui: 43 252 reais para o casal nos bangalôs de frente para o mar (sete noites). Os quartos mais simples, num bloco de apartamentos, custam 15 521 reais. A festa de ano novo tem ceia e open bar, já incluídos.
(Todas as fotos deste post são de divulgação)
fonte:veja são paulo

Quinze sorveterias para se refrescar nos dias quentes

Bacio di Latte, Freddo, Rochinha e outros endereços que servem bons gelados em massa ou no palito
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30.out.2012 | Atualizada em 31.out.2012 por Redação VEJA SÃO PAULO
Chocolate, flocos, coco, limão, pistache. Veja quinze sorveterias que servem bons gelados, em massa ou no palito:

Comidinhas / Sorveterias
Rua Doutor Rafael De Barros, 70, Vila Mariana
Tel: (11) 3889 8676
Em 1972, o português Lino Seabra comprou esta sorveteria nascida no início do século. Aos 84 anos, orgulha-se de sempre fechar a loja no fim do expediente: às sextas e aos sábados, baixa as portas às 2h. Saiba mais.
A bonita loja: inspiração italiana
Comidinhas / Sorveterias
Rua Oscar Freire, 136, Jardim Paulista
Tel: (11) 3662 2573
Quase uma unanimidade, a sorveteria campeã pelo segundo ano seguido acerta em cheio na textura de seus gelados. Feitas em sua maioria com leite integral fresco e creme de leite, as massas ficam extremamente cremosas. Saiba mais.
Atrações cremosas: abóbora com coco, cereja amarena e doce de leite
Comidinhas / Sorveterias
Rua Bela Nápoles, 29, Lapa
Tel: (11) 3644 5541
Aberta no Ipiranga há 41 anos, ganhou em dezembro uma filial mais arrumadinha na Vila Leopoldina. Dos mais de 100 sabores em massa, cerca de cinquenta se revezam nas vitrines refrigeradas da loja. Não deixe de provar as versões com ingredientes do norte do país, como tapioca, cupuaçu e castanha-do-pará. Saiba mais.
O salão de decoração sóbria
Comidinhas / Sorveterias
Rua Normândia, 22, Moema
Tel: (11) 3562 1654
Quando desembarcou na cidade no ano passado, a marca nascida em Buenos Aires escolheu a Rua Normandia, em Moema, para se instalar. Depois vieram unidades em shoppings. Não há surpresas em relação ao sabor mais apreciado: doce de leite. Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Rua Áurea, 351, Vila Mariana
Tel: (11) 5084 8014
Nascida em 1996 com o nome Frutos do Cerrado e rebatizada em 2010, a marca goiana traduz em sorvete os diversos biomas brasileiros. Frutas muitas vezes estranhas ao paladar (e até ao vocabulário) dos paulistanos ganham interessantes receitas geladas nas quatro lojas da capital.Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Rua Oscar Freire, 900, Jardim Paulista
Tel: (11) 3062 1099
Macadâmia, café, baunilha, doce de leite, cookies, morango, chocolate belga ou cheesecake? Escolha seu sabor favorito mas também permita-se ser surpreendido pelas novidades sazonais das lojas. Uma das mais recentes combinações leva coco mais pedaços de trufa da mesma fruta. Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Rua Doutor Melo Alves, 490, Jardim Paulista
Inaugurada no início de outubro, nos Jardins, a loja pop up desta marca de sorvetes premium da Kibon propõe que os clientes personalizem seus picolés. Por R$ 9,00, pode-se escolher três tipos de confeito e uma calda de chocolate belga (ao leite, meio amargo, amargo ou branco) para recobrir o palito de creme. Saiba mais.
Casquinhas refrescantes
Comidinhas / Sorveterias
Avenida Magalhães De Castro, 12000, Butantã
Tel: (11) 3552 5900
Eis uma sorveteria que nunca cai na mesmice. Na lista de sabores criados pela proprietária carioca Renata Saboya estão os de chocolate com avelã, nozes, abóbora com coco, taperebá ao saquê, morango e tangerina, que se revezam nas cubas junto com mais de 250 outras opções.Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Alameda Santos, 33, Jardim Paulista
Tel: (11) 3288 6882
Nascida no litoral paulista, possui apenas uma loja na cidade com a linha completa de gelados. Disponíveis apenas no palito, há os sabores abacate, amendoim e uva. Além dessas e de quase trinta outras opções de picolé, revezam- se nas cubas 27 sabores em massa. Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Rua Augusta, 305, Consolação
Tel: (11) 3258 8939
Ocupa um imóvel simples na região que ficou conhecida como Baixo Augusta, próxima do centro. O sistema self-service e aquelas antigas lixeiras em forma de palhaço lembram uma sorveteria do interior. Saiba mais.
Comidinhas / Sorveterias
Avenida Sumaré, 840, Perdizes
Tel: (11) 3673 1281
Instalada em um espaçoso imóvel de esquina, a loja da Avenida Sumaré é a única em funcionamento na cidade. As outras duas unidades, na Rua Augusta e no Shopping Ibirapuera, fecharam as portas no último ano. Saiba mais.
Sorvete de flores: rosas, amêndoas crocantes e notas de frutas, do Stuppendo
Comidinhas / Sorveterias
Rua Canário, 1321, Moema
Tel: (11) 5093 2967
Comandada pelo chef Eduardo Guedes, passou por uma reforma no imóvel e também no cardápio. Agora, uma vitrine de bombons faz concorrência aos cremosos gelados no estilo italiano. Das 800 receitas possíveis, quarenta se revezam diariamente nas cubas. Saiba mais.
Cubas da Stuzzi Gelateria Italiana: massas cremosas
Comidinhas / Sorveterias
Rua Paulistânia, 450, Pinheiros
Tel: (11) 3816 0279
Nas duas unidades de rua, na Vila Madalena e no Campo Belo, os salões primam pelo charme e atendimento atencioso. Cremosos como manda o figurino italiano, os sorvetes de pistache, chocolate 51% de cacau, doce de leite com avelã, zabaione e chocolate da Tanzânia são uma delícia. Saiba mais.
Para adoçar a boca: tapioca de coco e leite condensado mais sorvete de melancia
Comidinhas / Sorveterias
Rua Girassol, 401, Vila Madalena
Tel: (11) 2501 7771
O agradável endereço da Vila Madalena é agora filho único na cidade — a matriz, em Moema, fechou as portas em março. São mais de 100 sabores de gelado, produzidos ali mesmo e vendidos por quilo. Saiba mais.
Taça com bolas de creme e morango, chantilly e uma telinha de amêndoa (R$ 17,00): criação de Laurent Suaudeau
Comidinhas / Sorveterias
Rua Manuel Guedes, 85, Itaim Bibi
Tel: (11) 3476 1881
Depois de jantar, aproveite que a matriz no Itaim fica aberta diariamente até a meia-noite e vá tomar um sorvete supercremoso de sobremesa. Agradam as versões de chocolate com gergelim ou especiarias, tiramisu, pistache, creme e maracujá. Saiba mais.

fonte:veja são paulo