terça-feira, 20 de novembro de 2012


Jovem chef promove jantares “pop-up” por lugares inusitados de São Paulo

Redação em 14/11/12
Com cardápio pré-definido e só algumas noites por vez, é possível jantar nos fundos de uma lavanderia, em um escritório ou em qualquer lugar
Imagine precisar dar uma passada na lavanderia, na loja de móveis ou no escritório no fim do expediente. Coisas normais para quem leva a vida na cidade. Imagine ainda que, em algum desses lugares, você depara um jantar acontecendo em alguma copa ou cozinha improvisada. Parece bizarro, mas é algo que começa a ficar comum em São Paulo.
Chamados de jantares “pop-up”, os encontros tem cardápios pré-definidos e tempo limitado de duração – que pode variar de uma noite a uma temporada de semanas ou meses. Jantares assim são famosos em cidades como Nova York, Paris, Los Angeles e Milão.
Esse tipo de jantar serve, principalmente, para jovens chefs ganharem exposição sem gastar muito e sem cobrar altos valores de seus clientes. É o caso de Raphael Despirite, de 28 anos, que é responsável pelo projeto “Fechado para Jantar”.
A cada mês ele escolhe um ponto incomum da cidade para oferecer três noites de jantar a quem quiser experimentar a experiência de um pop-up. Depois de um prédio desocupado no centro e do salão do Centro da Cultura Judaica, no Sumaré, o local escolhido para o encontro de novembro é o Estúdio Bola, no Alto da Lapa.
A temporada de novembro acontece entre os dias 28 e 30 e custa R$150 por pessoa. As reservas podem ser feitas pelo e-mail contato@fechadoparajantar.com.br.
divulgaçãodivulgação
O cenário de setembro foi um prédio desocupado no centro
fonte:catraca-livre

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